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100 ANOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BRASIL

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sábado, 23 de maio de 2009

A UNÇÃO DO LEÃO

Neste artigo, apresento um relato de uma certa cantora
(que tem um grande poder de influência sobre a juventude) sobre a sua preparação para um culto (culto?), e o que aconteceu nele, supostamente sob a influência do Espírito.
Vou omitir o nome dela por respeito, pois o objetivo desta série de artigos sobre o culto, em particular, não é expor pessoas (se bem que, em alguns casos, é necessário e inevitável), e sim combater a heresias e modismos injustificáveis de nosso tempo.
É importante ler este texto e refletir à luz de 1 Coríntios 14.
Até que ponto os impulsos que sentimos podem ser atribuídos ao Espírito de Deus?
Ele nos dirige sobre a roupa, a bota, o cabelo, o cinto a serem usados? E quanto à nova "unção" que a cantora menciona, que a levou a andar como um quadrúpede, pode ser atribuída aos impulsos do Espírito?Eis o relato da cantora e líder de louvor, em vermelho:“Saímos para a ministração às 16h.
Me vesti de acordo com o que o Espírito colocou em meu coração.
Um vestido de veludo azul que comprei há mais de 10 anos no Seminário em Dallas. Um cinto preto largo com "cara" de autoridade. Botas pretas, assim como na última viagem em Florianópolis, com essa mesma mensagem de força, poder, autoridade, e conforto necessário para pular e pisar com força, profeticamente, na cabeça do diabo. Meu cabelo, cacheado, restaurado como no princípio. Meus brincos comprados em Israel, e o anel com a pedra ametista que ganhei quando eu nasci.
Olhei para mim mesma no espelho e vi uma guerreira.Tivemos um tempo de oração precioso no camarim atrás do palco. Foi interessante o peso espiritual que queria vir sobre nós.
Todos se levantaram e resistiram. E foi contagiante a alegria que nos encheu.
Senti como se em meu corpo minhas forças estivessem sendo sugadas, sem forças para respirar fundo, muito menos cantar. Mas no meu coração havia confiança de que tudo iria se romper (...)Houve um momento em que fez um "clique". Uma mudança na atmosfera.
Depois da música "Manancial" comecei a receber palavras proféticas em meu coração para liberar sobre as cidades de Goiás ali representadas.
Foi muito forte. A música acompanhou (...) O poder de Deus era palpável, e as palavras proféticas continuaram. Um cântico espontâneo sobre o Cordeiro e o Leão marcou para sempre a minha vida. E a unção de autoridade foi ministrada sobre nós (...) De um estado de fraqueza, passamos à força. De intimidação à ousadia. Ao mesmo tempo em que nos levou a um refrigério e descanso que como ovelhas do Sumo Pastor podemos experimentar.De repente, começamos a celebrar, mas foi diferente. Eu saltava e parecia que estava em um trampolim, uma cama elástica. Se antes pulava para romper, agora eu me sentia voando, pulando muito alto, minhas pernas esticadas iam alto, ao menos essa era a sensação, mas depois outras pessoas confirmaram. O vento nos meus cabelos e a sensação era de pulos muito altos. Eu sabia que algo diferente estava acontecendo. Quando pulei uma última vez, senti que era para me assentar. Não sabia se teria forças para me levantar outra vez. Foi quando senti o impulso, me agachei e comecei a andar como o Leão.Pensamentos vieram à minha mente. Eu disse ao Senhor: "É... agora a minha reputação acabou. Agora vou ver quem vai ficar comigo". Mas prossegui, consciente do que estava acontecendo, e senti a direção até mesmo de onde eu deveria ir.Quando parei, não sabia como ou que fazer ao me levantar. Ainda no chão, me ergui de meio corpo e gritei: "Um brado de vitória ao Senhor", (sem saber se alguém responderia), e o som foi poderoso. A música terminou grandiosamente.
Era o Leão da Tribo de Judá.”
O que você pensa sobre isso, à luz de
1 Coríntios 14?
Ciro Sanches Zibordi

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